18 de agosto de 2012

Arraial de casa Nova

Tive o prazer no dia 22/07 fazer um arraial de casa nova, além de ganhar presente tive alegria de receber meus amigos, foi um dia marcante.

Dossie Dracula

Finalmente após longos 15 dias terminei de ler Dossiê Drácula , foi o segundo livro que comprei na bienal desse ano, foi uma excelente compra ,muito bom o livro .Nunca tinha ouvido falar do escritor James Risse comprei porque achei que seria thriller policial e foi realmente presenteado com uma ótima narrativa. Neste thriller, James Reese mistura fatos históricos e ficção para mostrar como Bram Stoker criou Drácula. O livro se desenrola a partir de um diário de Stoker da época em que ele trabalhava para o ator Henry Irving, e antes de escrever um dos maiores clássicos da literatura. Os fãs de Drácula poderão conhecer algumas passagens da trajetória de Stoker, como seu encontro com Jack, o estripador, e outras experiências que influenciaram diretamente seus mais famosos trabalhos. Autor best-seller nos Estados Unidos, Reese apresenta uma trama de suspense repleta de tensão e terror que vai segurar o leitor até a última página. Alias as ultimas paginas são as melhores do livro.

6 de julho de 2012

A mancha de sangue

Na bienal do livro desse ano comprei apenas dois livros ,um e esse: a marca de sangue que terminei de ler . O livro começa muito bom com assassinato da pastora, mas depois se torna cansativo, a personagem Rebecka so faz uma coisa para ajudar na investigação que e tirar uns documento do cofre e da-los a policia ,na verdade ela não fez nada para ajudar desvendar o crime , outra coisa sem porque no livro e historia paralela de uma loba, gostei do fato da pastora ser lésbica e fiquei triste por sua namorada suicidar-se no final . o livro não chega ser ruim mas não e uma obra prima ou algo que de fato indicaria aos meus amigos. Pia Svonni decide levar no meio da noite um buquê para a igreja de Jukkasjärvi, na Suécia, onde é uma das encarregadas, como preparativo para o casamento que irá ocorrer no dia seguinte. Lá dentro vem o choque: encontra o corpo de Mildred Nilsson, pastora dedicada a servir a comunidade local. Se por um lado suas iniciativas e projetos a ajudaram a fazer muitos amigos, por outro fez com que colecionasse inimigos, insatisfeitos também com seu jeito direto de tratar as coisas. A partir desse ponto, a sueca Åsa Larsson conduz o leitor para uma intrincada investigação de tirar o fôlego em A mancha de sangue (Editora Planeta, R$ 34,90, 320 páginas). A autora constrói com perfeição não só a trama, mas também os ricos cenários das cidades suecas, com pinheiros, florestas, estradas, casas, restaurantes, neve, colinas e construções. Trata, também, do mundo religioso. O assassinato da pastora foi violento, incluindo fratura no crânio e maxilar e enforcamento com uma corrente de metal. As investigações levaram à conclusão de que ela dirigira um ofício na véspera do solstício de verão, próximo à meia-noite. Onze pessoas haviam participado da cerimônia e, portanto, todas eram suspeitas até prova em contrário. Para ajudar a polícia a esclarecer esse mistério, entra em cena Rebecka Martinsson, uma advogada em recuperação de um recente trauma. Em um caso anterior, ela foi obrigada a atirar em três pessoas para impedir um assassinato bastante semelhante ao que tem de ajudar a solucionar agora. Em razão desse choque não ia trabalhar, comparecia apenas a julgamentos para impressionar o juiz e o júri, já que ganhou notoriedade com o caso anterior. Seu apelido entre os colegas é Modesty Blaise particular do escritório. Para que consiga levar adiante essa investigação, Rebecka precisa voltar à sua cidade natal, Kiruna, e encarar pessoas que ama e que detesta. Apesar de todas as dificuldades, principalmente emocionais, ela logo se vê completamente envolvida pelo caso e percebe que precisa ser rápida para evitar que outra vítima tenha o mesmo destino de Mildred.